Precisa de mais um pretexto para ir à Madeira? Se está ligado ao sector turístico aqui fica mais um baseado numa notificação que recebemos da Ordem dos Economistas:
A Delegação Regional da Madeira da Ordem dos Economistas realiza, no próximo dia 7 de Maio, a IV Conferência Anual do Turismo, que terá lugar no Funchal, no Centro de Congressos da Madeira (Pestana Casino Park), tendo como tema central o “Marketing Turístico”. (…)
O programa da IV Conferência Anual do Turismo contará com os seguintes três painéis: Novos Modelos de Distribuição, Promoção de Destinos na Actualidade e Gestão do Preço.
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Prazo limite para a realização das inscrições: 27 de Abril de 2010
A notícia é do Público e testemunha que uma parte particularmente importante do espólio do famoso Museu do Açucar da Cidade do Funchal escapou incólume à recente tempestade precisamente por não se encontrar nas suas instalações habituais, mas antes em exposição em Lisboa, no Palácio da Ajuda. Segundo o Público:
“(…) Apenas dois museus – o museu municipal “A Cidade do Açúcar”, na Praça Colombo, e o museu privado Mary Jane Wilson, na Rua do Carmo, detentor de uma colecção monográfica da religiosa que viveu na Madeira no século XIX – ficaram inundados pelas fortes chuvadas que caíram sábado no território. (…) aos museus afectos à DRACM,”não sofreram qualquer dano relevante e estão hoje fechados”, como habitualmente às segunda-feiras. Vão manter-se fechados até quarta-feira, e só o Museu de Arte Sacra deverá abrir na terça-feira para poder ser visitado pelos turistas que se encontram na Madeira. (…)”
O Museu A Cidade do Açúcar tem 14 anos, fica localizado numa habitação que serviu na sua génese (Século XV) um famoso comerciante de açúcar flamengo que se sediou no Funchal e é composto por uma zona de exposição arqueológica que dá testemunho da vida madeirense nos séculos XVI e XVII e ainda pela exposição de inúmeras peças relacionadas com a indústria e exploração do açúcar.
Poucas horas depois da catástrofe natural que vitimou várias dezenas de pessoas na Ilha da Madeira, o Jornal de Negócios realizou vários contactos com unidades hoteleiras do arquipélago e confirmou que este sector passou relativamente incólume encontrando-se as principais unidades hoteleira a operar normalmente não se confirmando qualquer movimento significativo de cancelamento de reservas.
Será ainda demasiado cedo para se perceber até que ponto as danos infraestruturais e a publicidade internacional dada à notícia da tempestade ocorrida condicionarão a operação turística e a atractividade do destino mas as primeiras indicações são de afastar qualquer cenário de colapso de uma dos sectores de actividade mais importantes para a Madeira.